O homem esposou a máquina e gerou um híbrido estranho: um cronômetro no peito e um dínamo no crânio. As hemácias do seu sangue são redondos algarismos. Crescem cactos estatísticos em seus abstratos jardins. Exato planejamento a vida do maquinomem. Trepidam as engrenagens no esforço das realizações. Em seu ínfimo ignorado, há uma estranha prisioneira, cujos gritos estremece a metálica estrutura. E há reflexos planejantes de uma luz imponderável, que perturbam a frieza do blindado maquinomem. 6